Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Dona (Roupa Nova)

Dona!
Desses traiçoeiros
Sonhos!
Sempre verdadeiros
Oh! Dona!Desses animais
Dona!
Dos seus ideais...

Pelas ruas onde andas
Onde mandas todos nós
Somos sempre mensageiros
Esperando tua voz...

Teus desejos, uma ordem
Nada é nunca, nunca é não
Por que tens essa certeza
Dentro do teu coração...

Tan, Tan, Tan!
Batem na porta
Não precisa ver quem é
Prá sentir a impaciência
Do teu pulso de mulher...

Um olhar me atira à cama
Um beijo me faz amar
Não levanto, não me escondo
Porque sei que és minha
Dona!...

Dona!
Desses traiçoeiros
Sonhos!
Sempre verdadeiros
Oh! Oh! Oh! Dona!
Desses animaisDona!
Dos seus ideais...

Não há pedras em teu caminho
Não há ondas no teu mar
Não há vento ou tempestade
Que te impeçam de voar...

Entre a cobra e o passarinho
Entre a pomba e o gavião
Ou teu ódio ou teu carinho
Nos carregam pela mão...

É a moça da cantiga
A mulher da criação
Umas vezes nossa amiga
Outras nossa perdição...

O poder que nos levanta
A força que nos faz cair
Qual de nós ainda não sabe
Que isso tudo te faz Dona!
Dona! Ah! Ah!Oh!
Oh!Dona! Dona! Dona!...
publicado por Branca às 11:44
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Sô Dona Clara

Já disse o quanto odeio ser tratada por Dona? Se calhar não, e por isso hoje explodi. Em tom de brincadeira (sem graça nenhuma!) disse: - Recebi esta carta tua e olha que não sou dona. E tentei sorrir. Resposta cheia de certezas: - Mas olha que está correcto! Exma. Senhora Dona! (Ai, ai, ai! Respira, vá, com calma). - Prefiro ser tratada simplesmente pelo meu nome e em correspondência... (sou interrompida) - ...por Senhora Dona! - Errado! Sou licenciada, e pior que me tratarem por doutora é tratarem-me por dona.
E juro, juro que não é pretensiosismo meu. Mas tratarem-me por dona, seca-me a frescura que há nos meus 27 anos.
publicado por Branca às 11:02
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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Volta, filha, que estás perdoada!

Empilho os livros na prateleira, ainda provisória. Dou-me conta que tenho três livros encetados (como gosto desta palavra). Estão à minha espera. Um deles há muitos meses, demasiados. Concluo que a conjugalidade é bonita, e o trabalho também, mas que sem dar conta descurei-me das minhas leituras. Custa-me voltar ao ponto onde parei, retomar a história. A que peguei, passa-se na Índia, esse universo rico em contrastes de cores, tecidos, realidades.. E é-me contada a história de amor em torno do Taj Mahal, envergonho-me de a reproduzir aqui, porque devia ser das poucas almas que não a conhecia. Degluti-a de uma assentada. Ora para dar lugar às leituras, e como o tempo não estica, borrifei-me no blog! E agora com a chegada do nosso sofá (lindo, confortável, convidativo) pressinto boas leituras e menos balelas(postagens).
publicado por Branca às 16:48
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