Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Doutoramento Honoris Causa...

...em Engenharia Civil.

Parabéns maninho!

publicado por Branca às 23:14
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

De que cor é a Índia?

Em Jodhpur a terra é ocre, o bairro é azul, o calor é branco, o pó é laranja, a serenidade é amarela, o vizinho é encarnado, a esperança também é verde, o sorriso é cor de rosa e as especiarias são de todas as cores.
TEXTO E FOTOS DE NUNO PRESA CARDOSO
É exactamente isto... Obrigada cara Lira!
publicado por Branca às 18:12
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Querido, mudei o quarto!

Desde que vi o Darjeeling Limited que só penso recriar a Índia no nosso quarto e pintar uma parede de cor vibrante...
Toda a gente tem como certo que as cores transmitem sensações, e eu também estou em crer que sim. As cores quentes são consideradas excitantes e as cores frias calmantes. "Para o quarto? Tons suaves..." Tudo depende do que cada um pretende do quarto, ora! (coff coff)
Portanto se for para o azul, pelo menos que não seja um azul panhonha...
publicado por Branca às 14:57
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

Campo de Santana

O jardim alberga uma população fixa e uniforme: Há reformados espalhados pelo jardim, uns jogam à bisca, outros partilham o monte dos jornais gratuitos acabados de recolher. Há solitários, que se estendem ao comprido nos bancos e outros andam por ali a cirandar de corpo inclinado tipo seta ascendente, olhar atordoado e falam sozinhos. Na esplanada há estudantes de medicina, a deglutir volumes de anatomia.
Depois há a velha-dos-pombos. Traz religiosamente todos os dias um saco cheio de pão para lhes dar, distribuindo irmamente pelos patos, gansos, galinhas, coquichas e pavões. Diz ela, em tom de ralho, que os pombos, coitadinhos, também são criaturas de deus! Quando o pão acaba, avia caminho, e a bicharada persegue-a em fila indiana até aos limites do jardim.
Observo, enquanto leio o meu livro. Passa por mim o homem-dos-dois-huskys-siberianos. Olho para a contracapa. O mesmo rosto: Paul Auster! Convenço-me que é ele. A semelhança é assustadora. Tudo parece bater certo: o livro que tenho entre mãos fala da amizade incondicional entre um "sem abrigo"com dotes para a escrita e o seu cão. Tenho então um flash: recordo que vi aquele homem à janela de um casarão abandonado e que passa os dias no jardim, sempre na companhia dos seus cães. Esteve numa livraria de Lisboa há uns tempos numa sessão se autógrafos. Talvez nunca tenha saído daqui...
Estes devaneios não têm importância nenhuma. O problema é que se entranham. Uma noite destas dei com o meu par deleitado numa banheira redonda cheia de espuma com a Debora Secco e esta noite, enfim... não vamos falar nisso, para não azedar.
publicado por Branca às 14:29
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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

Bom fim-de-semana #4


music player
I made this music player at MyFlashFetish.com.
publicado por Branca às 17:11
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Tolerância zero

a namorados que oferecem rosas vermelhas no dia 14 de Fevereiro. E aos que usam sapatos de fato (ou de pato?) de biqueira quadrada também.
publicado por Branca às 10:53
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Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008

An end has a start

publicado por Branca às 12:06
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Ainda sobre flores

esta manhã ao chegar ao trabalho, a minha orquídea surpreendeu-me com um botão aberto inequivocamente cor-de-rosa, o primeiro da estação. Deve ser porque sabe o quanto detesto as segundas-feiras de manhã...
publicado por Branca às 10:26
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Campo de papoilas

Ele dominava a arte do galanteio. A pose, o andar, mas sobretudo o olhar: matador. Cinquenta anos sempre ajudam a saber conversar, a saber dizer o que uma mulher gosta de ouvir, e de qualquer idade. Além do mais era pintor. Transbordava sensibilidade e outras mais coisas. Conheci-o durante a sua exposição em Portugal. Um dia, convidou-me a sentar consigo e mostrou-me a sua obra. Por entre retratos de reis e rainhas, alguns rostos singulares pintados em primeiro plano, cenas de caça, haviam mulheres nuas deitadas em campos de flores, recordo-me dos de tulipas e de narcisos. Disse-me de forma inesperada que gostaria que pousasse para si, por altura das papoilas. Sempre achei que eram flores bonitas mas demasiado efémeras, ou o fazia por aqueles dias ou então só um ano depois. E aí já seria demasiado tarde, não havia tempo para racionalizar a questão, seria pegar ou largar. Ao conhecer a minha mãe, como que a pedir permissão, disse em tom de desafio: gostaria de pintar a sua filha, fitando-me olhos nos olhos. Ela, que nada sabia deste convite indecoroso, balbuciou-me entre dentes para que aproveitasse, seria uma oportunidade única, ter um retrato feito por um pintor tão bem conceituado em Espanha. Na altura, lembro-me do forte rubor que me tingiu a cara por não poder explicar à frente dos dois que o retrato seria completo, ou seja, de corpo e alma. Como disfarçar que por detrás daquele convite aparentemente inócuo, da arte pela arte, se escondiam pensamentos proibidos? Na altura em que uma brisa agradavelmente amena viesse confundir os contornos, cores e sombras pintados na tela com os contornos corpóreos daquele não-lugar, que muito provavelmente só existia na minha cabeça...
Hoje, poderia estar a pendurar na parede mais nobre da nossa casa um quadro de uma mulher estirada algures num campo de papoilas. Mas não. Tenho antes um poster de uma mulher pintada por Matisse a pregar numa ponta do corredor, de maneira a que não se vejam os reflexos do seu papel medíocre e brilhante.
publicado por Branca às 11:30
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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008

Burguesices minhas

SALADA
Gambas cozidas
Alface
Milho
Tâmaras
Lichias/Ananás
Passas de uva
Nozes/Pinhões
(...)
Regada com azeite virgem, sumo de limão e sal
publicado por Branca às 17:50
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